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TJMG alerta para golpes de falsos leilões eletrônicos


A Corregedoria-Geral de Justiça de Minas Gerais faz um alerta para um golpe que tem sido aplicado por sites de falsos leilões eletrônicos. Os golpistas usam o nome de instituições como o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) para se passarem por empresas credenciadas na tentativa de ludibriar e dar credibilidade aos leilões fictícios. São anunciados veículos, imóveis, máquinas, equipamentos industriais e outros produtos a preços baixos, que seriam fruto de penhora por financiamentos não pagos.

Segundo o juiz auxiliar e superintendente adjunto de Planejamento da Secretaria da Corregedoria, Marcelo Rodrigues Fioravante, a facilidade para se criar perfis nas redes sociais e para registrar domínios de sites contribui para a multiplicação desse tipo de golpe, que tem se tornando recorrente em todo o país.

O magistrado afirmou que as pessoas devem desconfiar de ofertas que parecem muito vantajosas: “É importante o consumidor ficar atento a propostas com valores que estão muito descolados da realidade, pois são o principal indicativo de fraudes.”

Ainda de acordo com o juiz Marcelo Rodrigues Fioravante, além dos falsos sites de leilões, as quadrilhas usam outros meios de contato com as vítimas, como telefonemas, cartas e mensagens eletrônicas que trazem marcas e informações aparentemente verdadeiras, associadas indevidamente a instituições públicas.

Todos os leiloeiros em atividade no Estado precisam estar cadastrados na Junta Comercial de Minas Gerais (Jucemg). Em caso de dúvida sobre a empresa leiloeira, basta consultar a Jucemg. No TJMG, o Cadastro Eletrônico de Corretores e Leiloeiros do Estado de Minas Gerais (CCOLE) é feito pelo Sistema Eletrônico Auxiliares da Justiça e o credenciamento para essa finalidade se dá, exclusivamente, por meio do CCOLE e apenas para pessoas físicas.

Antes de realizar qualquer arremate por meio de leilões eletrônicos, em caso de dúvidas ou se está desconfiado da negociação, basta entrar em contato com o Tribunal de Justiça pelo Fale com o TJMG.

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rdportari

Jornalista, professor universitário, Dr. em Comunicação

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