Policiais e testemunhas do Caso Kelly são ouvidas em Rio Preto

Dois policiais e uma testemunha de defesa do caso Kelly Cadamuro foram ouvidos, nesta quarta-feira, 8, durante audiência realizada pela 3ª Vara Criminal de Rio Preto. O tio de Kelly, testemunha de acusação foi dispensado, uma vez que já tinha sido ouvido em audiência na comarca de Frutal. Os policiais ouvidos participaram da cobertura policial do crime. Já a testemunha depôs a favor de um dos dois acusados de serem os receptadores do carro e objetos da jovem, Daniel Teodoro da Silva.

Depoimento de uma estudante que também teria sido procurada pelo réu Jonathan Pereira do Prado não aconteceu. A jovem não foi encontrada pelos oficiais de Justiça. Agora a expectativa do advogado contratado pela família como assistente de acusação, Jorge Argemiro Filho, é de que o caso vá para julgamento. “Provavelmente a Justiça não vai deixar o processo parado por conta dessa testemunha não encontrada. Creio que será dispensada. Da minha parte estou convicto. O processo está recheado de provas cabíveis para condenação.”

O caso

Kelly Cristina Cadamuro foi morta em 1º de novembro de 2017 durante uma viagem entre Rio Preto e Itapagipe (MG). O réu acusado de ser o assassino da jovem embarcou na viagem por meio de uma carona combinada em uma rede social. Antes de chegar no destino, o matador atacou Kelly, assassinou a jovem e deixou o corpo no meio do mato, próximo a um córrego. Para a polícia ele estuprou a garota. O advogado contratado pela família de Kelly, Jorge Argemiro de Souza Filho pede uma condenação que pode chegar aos 50 anos de prisão – latrocínio (roubo seguido de morte), estupro, ocultação de cadáver e fraude processual. Já Daniel e Wander Luís Cunha são acusados pelo crime de receptação.

Fonte: Diário da Região

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rodrigoportari

Jornalista, professor universitário, Dr. em Comunicação.

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