Escritório Heitor e Rocha conseguem absolvição de jovem acusado de assalto

A justiça de Frutal absolveu Túlio Tomaz Ribeiro, morador de Aparecida de Minas, que foi preso em abril deste ano acusado de ter participado de um assalto na zona rural do município. Na ocasião, um idoso foi roubado e ficou amarrado por quase três dias a espera de ajuda. À época dos fatos, o idoso apontou Túlio como autor do crime, fazendo, inclusive, seu reconhecimento para a Polícia Civil.

Túlio foi defendido pelo escritório Heitor e Rocha Advogados, tendo atuado em sua defesa os advogados Caio Heitor e Ricardo Rocha. Durante a audiência de instrução e julgamento, quando foram ouvidos o acusado, testemunhas, advogados de defesa e o Ministério Público, ficou demonstrada a inocência de Túlio. No parecer emitido pelo próprio MP os promotores já sinalizaram pela absolvição do acusado. Conforme a sentença, “…sob análise as testemunhas ouvidas revelam a hipótese de que, de fato, o investigado poderia não estar no local do crime na data e horário descritos…”.

Para os advogados, a absolvição sumária é uma demonstração que a justiça foi feita, pois desde o primeiro momento não havia, ao ver de Caio e Ricardo Rocha, elementos suficientes para incriminar Túlio.

Desde o dia de sua prisão, ocorrida ainda em abril deste ano, Túlio foi mantido preso em Frutal, sendo libertado apenas com sua absolvição decretada.

Caso de repercussão

A acusação contra Túlio repercutiu bastante em Frutal à época de sua prisão, principalmente no distrito de Aparecida de Minas. Centenas de pessoas destacaram que não acreditavam que o rapaz estivesse envolvido no crime devido a seu histórico de ser uma pessoa calma e pacata. 

O caso chegou a ser tema de debate por duas semanas seguidas na disciplina de Jornalismo Policial, ministrada no curso de Jornalismo da UEMG-Frutal, quando alunos de jornalismo e Direito discutiam sobre a publicação de fotos de acusados, bem como a divulgação de nomes e dados completos antes mesmo da sentença judicial. À época o advogado Caio Heitor, ao debater o assunto com os estudantes, já demonstrava segurança de que seu cliente não era culpado pelo crime e que as audiências judiciais demonstrariam a inocência de Túlio.

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