Notícias de Frutal e região

Renato Furtado

3421-2525

Bom Teto

Por Alex Cajobi

Segundona do Mineiro

Dicas da Moda

Comercial Caetano
Dr.Ricardo Rocha
Imagem 1
Bardauil
Imperial Xerox

Hora do almoço com Central Pratos Rápidos!

Almoço é na Central Pratos Rápidos. Filé de tilápia com legumes na manteiga é uma das nossas especialidades. O prato vem acompanhado de arroz, feijão mineiro, farofa, fritas, alface e tomate. Combina com bombom de uva e brigadeiro branco. Experimente!

Almoço é na Central Pratos Rápidos.
Filé de tilápia com legumes na manteiga é uma das nossas especialidades. O prato vem acompanhado de arroz, feijão mineiro, farofa, fritas, alface e tomate. Combina com bombom de uva e brigadeiro branco. Experimente!

Suspeitos da morte de Claitinho irão a júri popular em setembro

Suspeitos de matar o jovem Claiton Souza (Claitinho) sentarão no banco dos réus em setembro. Esse, que deve ser um dos júris mais “tensos” dos últimos anos em Frutal, está marcado para o mês de setembro, na Câmara de Frutal. O caso tomou repercussão à época pelo modo como foi: Claitinho foi alvejado por quase 20 vezes no semáforo das avenidas Brasília e Euvaldo Lodi. Mesmo assim, sobreviveu. Dias depois, ainda internado no Hospital Municipal, foi novamente baleado por 7 vezes, socorrido, transferido para Uberaba e, dois dias depois, não resistiu aos ferimentos e morreu. À época foram apontadas as seguintes pessoas como suspeitas de participação no crime: Fábio Junior Ferreira (Fabinho da Rute), Rodrigo “Didigo”, Wanderson Ricardo Ramos (“Fu”), Rafael de Souza (Gaguinho) e um menor.

Para relembrar o caso, seguem as matérias da época:

http://www.rodrigoportari.com.br/?p=3700 – Tiros no Semáforo

http://www.rodrigoportari.com.br/?p=3710 – Tiros no hospital

http://www.rodrigoportari.com.br/?p=3773 – Participações no crime

De acordo com informações do advogado Ricardo Rocha, que atua na defesa de Flávia Tomaz e Didigo, a tese a ser apresentada durante o júri deverá ser a de legítima defesa de seus clientes contra a vítima.  Isso porque Didigo teria sido alvo de tentativa de homicídio da vítima Claitinho em épocas passas na comunidade do Garimpo do Bandeira. “Ninguém mata ninguém a toa. Ninguém sai para matar a toa. A não ser que tenha sido ameaçado em um passado distante. Estamos falando de ameaça desde o ano de 2008 onde em um torneio de truco a vítima fatal efetuou dois disparos (de arma de fogo) contra o irmão de ‘Didigo’”, afirma.

Fábio Junior (Fabinho da Ruth) e Wanderson Ricardo (Fú) serão julgados por tentativa qualificada e formação de quadrilha. Rafael Souza (Gaguinho) responderá por homicídio consumado, formação de quadrilha e coautoria. Além disso, corrupção de menores e participação de menores no crime.

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Protesto fecha a BR-262 durante a segunda-feira

Sem-teto do “Assentamento Vitória” em Campo Florido realizaram nesta segunda-feira (03) mais uma manifestação. O grupo que pede por moradias, em meio a um processo de reintegração de posse, suspenso pelo Tribunal de Justiça, voltou a interditar a BR-262 durante todo o dia, gerando uma extensa fila de veículos que esperava pela liberação. Os manifestantes somente encerraram o movimento após reunião realizada em Belo Horizonte, com o secretário de Estado de Defesa Social, Bernardo Santana de Vasconcellos.

Naiara Priscila da Silva é uma das moradoras do local e, de acordo com ela, as manifestações irão acontecer até que haja resultado positivo para as 900 famílias que moram no assentamento, e que a qualquer momento estarão de fato desabrigadas. Todas elas pedem por uma residência. “Nesta segunda-feira o nosso movimento foi para reforçar este pedido, visto que um grupo de moradores está em Belo Horizonte para reivindicar o envolvimento do Governo Estadual neste processo, para que ajude na conquista”, explica.

Ainda conforme informações repassadas pelo grupo, hoje o município não tem local adequado para abrigar estas famílias, as residências que estão sendo construídas, quase prontas, já possuem moradores. Por outro lado, os manifestantes afirmam que existem áreas para que as casas sejam construídas, inclusive os próprios moradores do assentamento elaboraram projeto propondo a construção destas residências. O projeto foi apresentado ao secretário de Estado de Defesa Social na reunião realizada ontem.

Outra situação também relatada pelos sem-teto é a dificuldade de relacionamento com a Prefeitura Municipal de Campo Florido. De acordo com Naiara, nos últimos dias aconteceram cortes de alguns benefícios para famílias que vivem no local, inclusive na entrega de medicamentos.

Para finalizar, no movimento também estava presente a representante da CSP Conlutas – Central Sindical e Popular – Simea Aparecida e, de acordo com ela, o movimento sindical está acompanhando os problemas enfrentados pelos moradores do “Assentamento Vitória”, e sempre vai apoiá-los, pois estão lutando por um direito constitucional, que é a moradia.

O Jornal da Manhã entrou contato com a Secretaria Estadual de Defesa Social, mas não obteve retorno.

Fonte: Jornal da Manhã

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bardauil

Folclore de Frutal: Maria Coberta

Maria cobertaPara quem não conhece essa lendária figura da cidade, o perfil dela traçado no Jornal Pontal no ano de 1992, na ocasião de sua morte, aos 95 anos.

Quem foi Maria Cobeta?

Maria Coberta, coberta de flores. Muitas margaridas simples, muitas flores de quintal e até dois buquês. Esta foi a última imagem que os frutalense tiveram daquela mulher idosa que andava pela rua, ora distribuindo bênçãos de Deus, ora mandando para o inferno os moleques reais e imaginários que a importunavam. Diz a escritora Magnólia Rosa, autora de uma crônica sobre ela, que seu nome era Maria Menezes de Jesus. E que seu velório estava “assim” de gente. Agora, Maria Coberta certamente continuará a viver por muitas gerações na cabeça das crianças. “Dorme, menino, senão a Maria Coberta vem te pegar”.

Maria Coberta, que toda a vida não teve nada e ainda perdia ou tinha roubadas as roupas que ganhava (e insistia em carregar numa sacolinha), acabou enterrada em tumba de “gente rica”, como comentaram os populares que acompanharam o seu corpo até o cemitério. O túmulo foi cedido pela empresária Amanda Alves da Silveira, que se compadeceu das dificuldades burocráticas para liberar um outro túmulo oferecido por um rapaz.

Ela morreu quinta-feira passada, por volta das três da manhã. Tinha entrado no Hospital São Francisco de Assis logo depois da meia-noite, com fortes dores no peito e na cabeça. Tinha sido admitida no Asilo Pio XII na tarde anterior, a seu próprio pedido.

Sua idade foi calculada em 95 anos por uma sobrinha que compareceu ao velório, no entanto, até poucos meses atrás, embora não enxergasse bem, era dona de uma força descomunal, sentida quando se agarrava nos braços das pessoas para dar um safanão, ou para um simples cumprimento.

Venina Martins da Silva, de 70 anos, a conhecia e cuidava há mais de cinquenta anos. Outra velha amiga era d. Percília Viana Almeida, de 68 anos, conhecida como d. Tôca Costureira. Maria Coberta morou quatro anos e quatro meses com d. Tôca, até que esta adoeceu. Então, se mudou para o Hotel Líder, onde d. Venina zelava por suas roupas e alimentação.

Vendido o hotel, Maria Coberta passou a dormir nos alpendres e em uma ou outra casa de pessoas caridosas. “Eu a conhecia quando tinha meus treze anos, numa visita a Aparecida de Minas, onde ela morava. Naquela época já era viúva, tinha mais de 20 anos e era fraca da ideia. Muito trabalhadeira, ajudava socar arroz nas casas, lavava roupa e fazia outras coisas, sempre co muito capricho. Mas tinha as suas crises, em que ficava muito violenta. Andava com uma coberta porque dizia que sentia muito frio nas costas”, conta d. Tôca.

Incêndio

A história conhecida por Veninia é de que Maria ficou louca quando perdeu seu único filho num incêndio. Casada com um homem chamado Joaquim, que já tinha um filho, Maria pôs as crianças para dormir e foi lavar roupa no córrego. Algum tempo depois, o garoto mais velho veio correndo avisar que o ranchinho de palha estava pegando fogo.

Não houve como salvar seu filho. Venina acredita que o marido dela também enlouqueceu, pois segundo consta, ele morreu no Capão da Onça, lugar próximo a Uberaba, para onde eram enviados os deficientes mentais da época. Como Venina a chamava de “madrinha”, sempre perguntava se o “padrinho Joaquim” tinha ido procura-la.

Apesar das pessoas que abusavam, principalmente moleques, muita gente ajudava Maria Coberta, dando alimento, roupas e abrigo em alguns casos até mesmo escondido, contra a vontade dos familiares. Mas cuidar dela não era coisa fácil, era preciso ter muito jeito e muita paciência. “Não era todo dia que ela aceitava favores. Por isso, digo que fiz o que pude, o que ela deixou que fizesse, mas fiz com muito amor”, conta Venina.

Só para se ter uma ideia da personalidade desta figura tão vista e tão desconhecida, basta dizer que às vezes ela comia crua alguma carne que ganhava, alegando que não queria dar trabalho. Era preciso muita insistência até que ela consentisse no cozimento. Outro detalhe é que ela conversava durante todo o sono, sempre falando de seu filho e do incêndio. D. Venina, que sofre de insônia, acompanhou muitas destas noites conturbadas.

Apelido

Pouca gente sabe do nome desta mulher que pertence à história (ou folclore) de Frutal. Mas a forma como surgiu seu apelido está viva na memória de d. Veninia, que conta: “Meu pai tinha uma pensão em Aparecida de Minas. Uma noite ela apareceu por lá, ainda era jovem, e pediu um quarto. Na portaria, deu apenas o nome de Maria. De madrugada, ela foi embora, levando o cobertor. Como ela era meio desconhecida, papai escreveu na frente do seu nome a palavra “coberta”. E toda vez que se referia à fujona, era como a “Maria Coberta”. Ficou o apelido e ela andou muitos anos com o cobertor nos ombros, até que suas ideias debilitaram mais ainda e foi uma sucessão de ganhar e perder cobertores”. Tôca diz que de princípio ela reagia com violência ao apelido, mas há algum tempo em entrevista que deu ao radialista Osmar Silva, disse que não se incomodava mais e justificou, com singeleza: “coberta é uma coisa tão boa, acaba com o frio da gene”.

Agonia

Venina afirma que Maria Coberta ficou muito abalada há cerca de três meses, quando alguns moleques a assustaram com um sapo de borracha. “Eu a ouvi gritando perto de da minha casa, pedindo socorro. Fui ver, ela estava encolhida num alpendre, tremendo muito, de medo do sapo que os meninos ameaçavam de lhe jogar. Pedi para eles não fazerem aquilo, que era só uma pobre mulher. Mas três dias depois eu soube que mais de meia dúzia de meninos tinha se divertido jogando o sapo nela, numa outra rua. Acredito que o medo foi uma carga emocional muito grande. Desde então ficou fisicamente fraca, quieta, quase não saia de casa”, lembra.

Nos últimos dias ela se alimentava muito mal e tinha dificuldades até para andar. Tânia Ferreira da Silva, que enviou uma carta ao Pontal poucos dias antes de sua morte (publicada na edição passada) conta que ela mal conseguia subir, mesmo ajudada, para a calçada, e se apoiava nas paredes para mudar os passos. Uma noite, ela pediu a um rapaz que a levasse até a casa de d. Venina de carro. Na sua cama de costume, passou a noite gemendo.

De manhã, pediu ajuda para “lavar a boca” e tomar um banho, coisa que em circunstâncias normais era um sacrifício para se conseguir dela. Depois, deitada, clamou de um cansaço muito grande, mas comeu todo o almoço. E pediu para ser levada para o Asilo. “Perguntei a ela para quê isso, se não precisava, mas ela disse que estava me dando muito trabalho e insistiu várias vezes. Meu marido também me incentivou para que eu a levasse, já que ela se mostrava muito quieta e estava pedindo. Então, de tarde eu conversei com a irmã que cuida do asilo e a levei. A noite, ela morreu”, resume d. Venina.

Ela era praticamente a única pessoa em quem Maria Coberta confiava totalmente. Até quando se machucou seriamente num arame, Venina foi a única pessoa a poder se aproximar e fazer um curativo em seu braço, sendo chamada às pressas pois morava longe do local onde ela estava.

Apesar de ter criado 24 filhos, depois de também ter perdido o único a que dera a luz, nunca faltou a d. Venina o carinho, a paciência e o tempo necessários a dar um pouco de si a uma criatura fora da realidade como Maria coberta. “Quando ela estava em crise e eu tentava me aproximar, ela me pedia para ficar longe, dizendo que  eu não merecia ouvir as coisas que ela estava falando; geralmente muitos palavrões, como a cidade toda sabe que saíam de sua boca para responder provocações. Desde que ela ficou doente, há três meses, que vinha dormir aqui todas as noites”, conta.

Tanto d. Tôca quanto d. Venina disseram que sentem muita saudade de Maria Coberta e se emocionaram ao falar sobre ela. “Já fazia parte da família e quando eu ficava sem vê-la por um dia que fosse, sentia falta. Agora ela não vem mais”, diz Tôca. “Ainda penso que ela está chegando, quando alguém abre o portão. Depois lembro que ela não vem mais”, conclui d. Venina.

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jarbinhas

Chamem o Batman! Homem mascarado de Coringa assalta bar!

coringaUm homem usando uma máscara do Coringa, personagem muito conhecido dos quadrinhos e dos filmes, assaltou um bar nesse final de semana. Segundo informações divulgadas pelas rádios de Frutal, ele chegou lá a pé, pediu todo o dinheiro da vítima, ou seja, R$100, e fugiu, novamente, à pé.

A vítima logo reconheceu a máscara, mas não soube dar detalhes do assaltante. A Polícia Militar, apesar de ter tentado localizar o bandido, não conseguiu encontrá-lo. A arma utilizada no crime não foi tão pomposa quanto as do filme, quando Coringa usa metralhadoras e armas automáticas. Mas foi um revólver calibre 32, o suficiente para colocar medo e até mesmo ceifar uma vida.

Esperamos que o ladrão seja identificado. Ou, então, chamemos o Batman para ajudar na localização!

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Análise: Candidato ou não? A repercussão de uma nota e seus desdobramentos

renatoadvSemana passada fiz uma pequena nota no blog afirmando que conversei com o advogado Renato Furtado e esse afirmou que não pretende candidatar-se a prefeito de Frutal e que se sentia honrado com a lembrança de seu nome. Depois daquelas duas notinhas, que juntas não devem ter dado 10 linhas, vi uma série de repercussões sobre o assunto em postagens de redes sociais e análises de outros jornalistas sobre a declaração de Renato. Todo apontavam em uma direção interessante: Renato não quer ser candidato, mas deveria ser. E a história tomou corpo, ganhou mais e mais comentários e virou assunto aqui e acolá nas rodas de conversas políticas.

Na manhã de ontem, domingo, voltei a conversar com o advogado que, além de ter sido amigo íntimo de meus pais, tornou-se também um grande amigo depois da morte do Serjão e da dona Lília. E, vez em sempre, sentamos para bater um papo, conversar e colocar as prosas em dia. Renato reafirmou que candidato a prefeito, não pretende ser. Isso por conta de diversos motivos de ordem particular. No entanto, na minha opinião, seu nome não deixa de ser muito bem avaliado principalmente quando se discute a questão de segurança pública e a cobrança de trabalho efetivo dos representantes eleitos pelo povo de Frutal.

Talvez, caro Renato (tomo a liberdade de dirigir essa parte da “prosa” on line a meu amigo), caso realmente não queira encabeçar uma chapa, seria interessante avaliar outras possibilidades de continuar contribuindo com a discussão política em Frutal. Quem sabe, não colocar o nome para avaliação para uma eventual candidatura a vice ou a outra composição que agregue ainda mais na luta que todos nós temos por um bom futuro a Frutal?

Por mais que pareça “cedo”, o momento de se discutir a política do ano que vem, é agora. Até dia 2 de outubro os pré-candidatos já deverão estar filiados a seus partidos pelos quais pretendem concorrer às eleições do ano que vem e, dessa forma, é comum que passemos a falar cada vez mais sobre os bastidores nas nossas conversas e postagens. Então, organizar-se, preparar-se e estar apto à colocar o nome e uma discussão, nunca é demais. Não sei se Renato está filiado a algum partido (ao que parece, sua última filiação era do PMDB). Mas, nesse momento, caro amigo, dê uma olhada em sua situação partidária, pense na política como uma forma  de continuar com sua contribuição a Frutal. E, no ano que vem, veremos o que vira (ou o que virá!).

Almoço é na Central Pratos Rápidos. Sertanejo é um dos nossos pratos típicos. Ele vem acompanhado de arroz carreteiro, feijão tropeiro, ovo, farofa, linguiça, e banana à milanesa, e você pode optar por picanha ou filé mignon.

Almoço é na Central Pratos Rápidos.
Sertanejo é um dos nossos pratos típicos. Ele vem acompanhado de arroz carreteiro, feijão tropeiro, ovo, farofa, linguiça, e banana à milanesa, e você pode optar por picanha ou filé mignon.

Saiba tudo do jogo entre Galo do Pontal x Nacional – por Alex Cajobi

Alex Cajobi acompanhou toda a partida dentro de campo e traz todos os detalhes com uma visão privilegiada do jogo!

Alex Cajobi acompanhou toda a partida dentro de campo e traz todos os detalhes com uma visão privilegiada do jogo!

Nosso cronista esportivo Alex Cajobi traz todos os detalhes do jogo entre Galo do Pontal e Nacional, que terminou com a derrota da equipe da casa. Com seu estilo inconfundível, faz um grande apanhado do que significou a partida deste domingo (que trouxe futebol profissional para cidade depois de quase 40 anos) e o que os torcedores podem esperar para o futuro da equipe na Segundona. Clique aqui e leia a reportagem em nossa seção especial da Segundona!

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Galeria de fotos: Galo do Pontal 1 x 2 Nacional

Para quem não foi ao estádio do Marretão, confira flashes do jogo em nossa galeria de fotos. Todas as imagens são do jornalista Rodrigo Portari. Quem quiser reproduzir imagens, favor contactar o blog para autorização e créditos.

 

Galo do Pontal perde para o Nacional e se complica na Segundona

Jogador de Frutal sobre para marcar o único gol do Galo no Marretão. Foto: Rodrigo Portari

Jogador de Frutal sobre para marcar o único gol do Galo no Marretão. Foto: Rodrigo Portari

O Galo do Pontal foi derrotado por 2 x 1 pelo Nacional de Uberaba em sua segunda partida pela Segunda Divisão do Campeonato Mineiro. O jogo marcou a reestreia do estádio do Marretão após a reforma de aproximadamente R$1,8 milhão no campo. Um bom público compareceu à partida. Nosso cronista Alex Cajobi trará mais a tarde todos os detalhes do jogo, com as escalações, gols e tudo mais sobre a partida ocorrida na manhã deste domingo em Frutal. Logo mais também a galeria de fotos da partida, clicadas pelo jornalista Rodrigo Portari.

Confira a Galeria de fotos da partida, clicando aqui

centralpratos

Central Pratos Rápidos informa: Atlético realiza reconhecimento do gramado do Marretão – Por Alex Cajobi

atlmarretaOs jogadores do Galo do Pontal puderam realizar o reconhecimento do gramado do Estádio Municipal Pedro Marreta na tarde desta sexta-feira (31). O Marretão será o palco da partida entre Atlético Pontal e Nacional de Uberaba, às 10h do próximo domingo. Após a derrota na estreia contra a Esportiva de Guaxupé, por 2 a 0 no último fim de semana, o técnico Coutinho espera contar com o apoio da torcida frutalense para apoiar o time em busca dos primeiros três pontos na competição.
Após um leve recreativo em parte do campo, os atletas se aqueceram, treinaram fundamentos e foram divididos em dois times para um coletivo, visando o jogo de domingo.
“Que a parceria do time com a torcida dê certo, para que isso atraia mais investidores e visibilidade para o Atlético. Assim, todos saem ganhando”, diz Coutinho, treinador que já foi auxiliar de Renê Simões, PC Gusmão e Geninho em outras equipes.
O falou sobre o principal desafio para a primeira partida em casa. O Galo do Pontal não pôde contar com todos os atletas do elenco na semana passada, graças à burocracia no processo de inscrição de jogadores.
“Na primeira partida tivemos algumas dificuldades, jogamos com atletas a menos, e para essa estreia em casa a dificuldade continua, devido à indefinição até o momento da inscrição de alguns atletas no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF. Mas nós sabemos que são coisas do futebol, que acontecem com muitos times. Por isso, arregaçamos as mangas e vamos correr em busca do resultado no domingo.”
“No início do ano, quando disputávamos outra competição, foi mudado o sistema de inscrição de jogadores na CBF. Então esta dificuldade para inscrever a todos os jogadores não é exclusividade do Atlético. A burocracia ficou maior para todos os clubes, mas estamos nos adaptando a isso”, completou.
A lista de atletas relacionados para o jogo contra o Nacional, válido pela 2ª rodada da Segundona Mineira, será divulgada assim que fechar o BID, o que deve acontecer ainda nas próximas horas.

Almoço é na Central Pratos Rápidos. Filé de tilápia com legumes na manteiga é uma das nossas especialidades. O prato vem acompanhado de arroz, feijão mineiro, farofa, fritas, alface e tomate. Combina com bombom de uva e brigadeiro branco. Experimente!

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