Retrospectiva 2021 – Julho

Chegamos no dia 2 de janeiro de 2022. Passamos por mais um ano com pandemia, mas com muita novidade e muita coisa importante acontecendo em nossas vidas. E notícias nacionais também impactaram diretamente todos nós! Então, vamos conferir ao longo desse domingão a retrospectiva dos principais fatos nacionais foram importantes e não podem ser esquecidas!

CPI da Pandemia

No primeiro dia do mês, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia ouviu o policial militar e vendedor autônomo Luiz Paulo Dominguetti. Ele foi convocado após conceder uma entrevista em que afirmou ter recebido uma proposta de propina para fechar contrato de compra de vacina contra a covid-19, com o Ministério da Saúde. A proposta, segundo Dominguetti, era de US$ 1 pela venda de cada uma das 400 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. No dia 15, foi a vez do representante da empresa Davati Medical Supply no Brasil, Cristiano Carvalho, citado por Dominguetti, prestar depoimento à CPI. Ele disse que foi procurado pelo então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, para tratar da compra de vacinas.

No dia 7, Dias foi ouvido CPI e negou as acusações apresentadas por Dominguetti. O ex-diretor, no entanto, confirmou que recebeu e-mail da empresa que ofereceu a vacina indiana Covaxin. Porém, áudios vazados pela imprensa que mostravam uma conversa de Dominguetti com outra pessoa – na qual ele confirma o encontro com Dias no dia 25, quando ambos estiveram juntos no restaurante – levaram o presidente da CPI, Omar Aziz, a acusar Dias de perjúrio e prendê-lo por esse motivo. O ex-diretor só foi liberado somente no fim do dia mediante pagamento de fiança de R$1,1 mil.

Como desdobramento das oitivas da CPI no mês de junho, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a abertura de inquérito sobre a suposta prática do crime de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro no caso da vacina indiana Covaxin.

No dia 14, a diretora técnica da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades foi ouvida pela CPI. Ela disse não haver ilegalidade na negociação da Covaxin. No dia anterior, amparada por habeas corpus do STF, Emanuela se recusou a responder aos questionamentos dos senadores.

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