Natal, agridoce Natal

Comemoramos nesse sábado mais um Natal. E, assim como no ano passado, a data chega com um misto de esperança e tristeza. Esperança para que não tenhamos mais problemas com a COVID. Aliás, esse talvez seja um desejo replicado por bilhões de pessoas. Ou, pelo menos, para aquelas que têm algum “juízo” e não veem esse cenário como uma forma de lucrar às custas da saúde da população.

Por outro lado, a tristeza faz-se à porta de milhões de pessoas pelo mundo, de centenas de milhares pelo Brasil. Há nas mesas das ceias de Natal lugares que agora estarão vazios, porém, repletos de lembranças e lágrimas. Há, nesses espaços, sonhos, desejos, projetos, expectativas e esperanças que se esvaíram com o sopro da morte para milhares de famílias.

Períodos de final de ano, como este, sempre são recheados daquele sabor de esperança e de que tudo está ficando bem. Afinal, atravessamos mais um ano. Mas, quando os percalços tiram aqueles que nos são próximos ou queridos, o gosto se torna agridoce. Em alguns casos, verdadeiramente amargos.

Chegar a esse dia 25 de dezembro em mais um ano de Pandemia, marcado por tantos altos e baixos, nos deixa pensativos. Receosos. Com aquele misto de que tudo vai dar certo seguido de um “será”?

Apesar dos pesares, chegamos ao Natal. Hoje. Sábado, 25 de dezembro do ano de 2021. Espero que o sopro da fé e da proteção divina possa acalmar todos os corações. E, para aqueles que não experimentam esse sabor agridoce, que continuem abençoados para o ano que insiste em chegar no próximo sábado.

Bom sábado. Bom Natal a todos!

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