Panfletagem

Alguns bairros da cidade amanheceram repletos de panfletos anônimos nesta segunda. O conteúdo é ofensivo ao secretário Narcio Rodrigues, bem como a pré-candidatos a prefeito de Frutal e grupos políticos da cidade. Por respeito às pessoas atacadas e, também, por não concordar com esse tipo de manifestação, não iremos divulgar cópia de tais panfletos no site.

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Práticas de panfletagem anônima são comuns na campanha eleitoral em Frutal. De dois em dois anos surgem as “denúncias” ou ataques pessoais de forma anônima pelas ruas da cidade. Só resta saber se os autores de tal proeza acreditam que esse tipo de panfletagem resulta em algo positivo para seus grupos.

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Além de emporcalhar as ruas da cidade, a quantidade de papel gasto e o dinheiro desperdiçado poderiam ser direcionados para pessoas ou entidades carentes. Está na hora dos amantes da panfletagem anônima começarem a pensar mais nisso do que sujar toda a cidade.

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A repercussão de tais panfletos não foi nem um pouco boa pelo menos para as pessoas com quem conversei. Muitos tendiam a apontar para possíveis “autores” de tal façanha e, consequentemente, a condenar as atitudes. Se a ideia era atingir alguém, o tiro certamente saiu pela culatra.

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À esteira da panfletagem anônima, em breve deverão aparecer os perfis falsos (fakes) nas redes sociais a fim de denegrir ou atacar um ou outro candidato. Certamente esses perfis já estão criados e apenas aguardam a hora de começar a agir. Eis outro ponto negativo que muito certamente será registrado durante as campanhas eleitorais.

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Enquanto a panfletagem corre em Frutal, tivemos notícia que o pré-candidato Toninho Heitor teve, nesta segunda, um almoço produtivo com Alexandre Biage, diretor da Coca-Cola de Uberlândia e região. Na pauta, o processo político frutalense, o projeto Cidade das Águas e, ainda, o processo de desenvolvimento da cidade.

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A partir do próximo dia 26 de maio fica permitido a pré-candidatos a fazer propaganda de seus nomes junto aos filiados de seus partidos. Como dificilmente as legendas frutalenses terão prévias, muito provável que não haja nenhum material específico para essa finalidade. Porém, os pré-candidatos poderão falar mais abertamente sobre o assunto junto com seus partidários.

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No próximo dia 24 de maio será lançado, em Uberlândia, o livro Ficha Limpa, escrito pelos advogados do escritório Ribeiro & Silva, que tem em seu comando Arnaldo Silva Junior e Rodrigo Ribeiro. A obra é editada pela Del Rey, que promoverá também em Frutal e Belo Horizonte.

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Por falar no advogado Arnaldo Silva Junior, uma dica é acessar o site particular mantido por ele: www.tudopodeserdiferente.com.br onde, além de reflexões e comentários, também sempre surge notícias da política de Frutal e região.

 

2 thoughts on “Panfletagem

  • 14/05/2012 em 20:53
    Permalink

    Prezado Rodrigo,
    Considero a panfletagem anônima uma extrema covardia política, onde pessoas de caráter duvidoso se utilizam deste ato para denegrir outras pessoas, queira de um partido X como de um partido Y. O que me deixa impressionado é que tais pessoas realmente não estão comprometidas com a democracia, apesar de que este tipo de sistema abre portas para manifestações em geral (não covardes assim, que se configuram como crime), e, sim, com interesses particulares e escusos. Infelizmente, a terra brasilis só mudará a partir do momento em que a consciência do eleitor e dos políticos mudarem. Se não concorda com um candidato, demonstre isso nas urnas, e não com covardia. Espero que, um dia, possa considerar o brasileiro como democrático, onde posições políticas possam ser defendidas com a cara limpa. E a cidade também.

  • 14/05/2012 em 20:53
    Permalink

    Prezado Rodrigo,
    Considero a panfletagem anônima uma extrema covardia política, onde pessoas de caráter duvidoso se utilizam deste ato para denegrir outras pessoas, queira de um partido X como de um partido Y. O que me deixa impressionado é que tais pessoas realmente não estão comprometidas com a democracia, apesar de que este tipo de sistema abre portas para manifestações em geral (não covardes assim, que se configuram como crime), e, sim, com interesses particulares e escusos. Infelizmente, a terra brasilis só mudará a partir do momento em que a consciência do eleitor e dos políticos mudarem. Se não concorda com um candidato, demonstre isso nas urnas, e não com covardia. Espero que, um dia, possa considerar o brasileiro como democrático, onde posições políticas possam ser defendidas com a cara limpa. E a cidade também.

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