A hora da verdade

Chegamos aos últimos dias da eleição. Ufa! Até que enfim! Para ser sincero, por mais que eu goste de acompanhar o desenrolar da política, essa disputa presidencial nesse ano foi desgastante para todos: candidatos, militantes e eleitores.

Acredito que tenha sido a campanha eleitoral de mais baixo nível dos últimos anos. O que vimos nos primeiros debates e nas propagandas eleitorais do segundo turno até o início dessa semana foi uma saraivada de ataques de Dilma contra Aécio e de Aécio contra Dilma. Para ser sincero, nem mesmo eu que gosto de analisar as estratégias utilizadas por marqueteiros em grandes campanhas como essas, estava suportando o que estava acontecendo.
Dessa forma, no próximo domingo, dia 26, vamos às urnas para depositar o voto de confiança em um ou outro candidato. E a julgar pela quantidade de pesquisas publicadas nessa semana, não é possível, pelo menos até o fechamento dessa edição, dizer quem vai ser o vencedor da batalha. Todas as medições apresentaram variações dentro da famosa margem de erro e, independente de quem apareça numericamente à frente, quando se opera com dois pontos para mais ou para menos, ambos candidatos estão na margem dos 50% dos votos.
Acredito que quando as urnas começarem a ser apuradas, a diferença se mantenha apertada nesse mesmo ritmo e, até as últimas urnas, ainda não teremos certeza de quem será o futuro presidente do Brasil. Nesse ponto, essa eleição me chamou a atenção. Nunca chegamos num momento como esse com tanta incerteza de quem vai liderar a preferência dos brasileiros. Fruto de uma maior conscientização ou de um “cansaço” pelo modelo de administração implantado no Brasil há 12 anos? Difícil de responder também.
Espero que os eleitores, ao irem para as urnas, o façam com a consciência limpa e tranquila. E que votem naquele que possa ajudar o país a resolver sua série de problemas, especialmente os econômicos. Porque independente de quem assumir o país em 2015, acredito que a recessão econômica irá aparecer. O nível de emprego tem caído e a indústria desacelerado o que, na opinião de economistas que li em jornais, revistas e sites da Internet, pode gerar em pouco tempo o desemprego.
Rezo para que isso não aconteça, por todos os motivos: para que o país não pare, para que os preços não subam e, principalmente, para que pessoas não percam o seu sustento, o seu ganha-pão. Acredito que um dos piores sofrimentos para uma família e não ter o dinheiro suficiente para colocar a comida em cima da mesa, para pagar água e luz, entre outras necessidades básicas. Faço votos que nosso país não entre nesse ciclo de recessão e que possamos, independente do presidente, continuar crescendo.
Assim, nesse domingo, ao apontar o dedo para as urnas, que o eleitor faça a escolha com consciência, não apenas pela paixão.
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