Fala, Portari

Algumas semana são sem dúvida nenhuma, atípicas. Essa última semana, em Frutal, por exemplo, reuniu um sem número de tragédias e acontecimentos policiais que deixa qualquer um entristecido. Desde mortes prematuras por acidentes de atropelamento, a prisão de uma carga avaliada em R$20 milhões com cocaína, entre o último domingo e hoje, há tempos, não víamos tantas ocorrências dessa forma.

Comentava ainda nessa semana que apesar dos jornalistas terem que estar por dentro desses assuntos, isso não significa que não nos atinge. Várias das informações que acabam sendo transformadas em notícias – e acreditem, há um tanto que acabamos sequer noticiando – afetam os repórteres e escritores em sua humanidade. Não há como não se compadecer com algumas situações ou, mesmo, tentar compreender como poderiam ajudar um ou outro caso.

Aponto essas questões por termos visto tantas coisas durante essa semana que nos abalaram. Independente se com pessoas conhecidas ou não, a humanidade existe e deve prevalecer acima de tudo. Seria impossível dizer que terminamos essa semana, totalmente bem. Se estamos saudáveis para trabalhar, por um lado, por outro, vários de nós entramos nesse final de semana rezando e torcendo para que nada de mais grave aconteça por aí.

É com esse sentimento que encerro esse breve texto hoje. Esperando que todos fiquem bem. E que possamos estar mais aliviados para a semana que começa.

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