Conta de energia continua com bandeira mais cara em outubro

Desde junho, as contas de luz estão na bandeira vermelha, patamar 2, o que acarreta cobrança extra de R$5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a Aneel, a cobrança será mantida porque ainda são desfavoráveis as condições hidrológicas e o nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

De acordo com a Aneel, apesar da queda do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), o cenário hidrológico foi desfavorável e não se vislumbrou melhora significativa do risco hidrológico. São as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Nos quatro primeiros meses do ano, vigorou a bandeira verde, sem cobrança extra na conta de luz. Em maio, vigorou a bandeira amarela, em que há adicional de R$1 na conta de energia a cada 100 kWh consumidos. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está ligada aos custos da geração de energia elétrica.

Para evitar aumento significativo nas contas, a Aneel faz algumas recomendações aos consumidores, entre as quais banhos mais rápidos para quem usa chuveiro elétrico e optar por temperatura morna ou fria.

A agência sugere, também, a diminuição no uso do ar-condicionado e, quando o aparelho for usado, não deixar portas e janelas abertas. Além disso, é preciso manter limpo o filtro do aparelho. Outra sugestão é que o consumidor fique atento ao tempo em que a porta da geladeira fica aberta e que nunca se coloquem alimentos quentes em seu interior.

Outras dicas são juntar as roupas para serem passadas de uma só vez e não deixar o ferro ligado por muito tempo. Em caso de longos períodos de ausência de casa, evitar que os aparelhos fiquem no sistema stand-by (em espera). Nesse caso, o mais indicado é retirá-los da tomada. 

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