Dois vereadores detidos pela Operação Dejá Vu têm pedido de liberdade negada

Segundo reportagem do programa Raio-X, da Rádio 102FM, no final da tarde de ontem o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou liminar impetrada pelos advogados de Ésio Antônio dos Santos e Joab de Paula Alves para que pudessem responder o inquérito policial em liberdade. De acordo com a emissora, por volta das 18h30 o desembargador responsável pelo caso negou o pedido que agora aguarda o julgamento do “mérito”, o que pode levar até 30 dias.

Ainda na manhã de hoje o programa Raio-X entrevistou o advogado Gustavo Nardi, que representa o vereador eleito Douglas Chagas (Doyal), do PSOL. Conforme o advogado, ele ainda não impetrou um pedido de habeas corpus para a liberdade de seu cliente por julgar que é necessário esperar a conclusão do inquérito policial, previsto para essa segunda-feira. Na avaliação de Nardi, apenas com a conclusão do procedimento da Polícia Civil é que se terá todos os elementos necessários para que seu cliente possa responder em liberdade a essa investigação.

Gustavo não entrou em detalhes sobre a investigação por conta do segredo de justiça estabelecido nesse processo. No entanto, ele acredita ser possível provar a inocência de seu cliente. Ao ser perguntado como Doyal tem reagido a essa situação, o advogado respondeu que seu cliente está tranquilo por saber que poderá provar sua inocência nesse caso. “Primeiro vamos lutar por sua liberdade, depois em provar sua inocência”, cravou o advogado.

Um outro pedido liminar por liberdade também foi impetrado na tarde de ontem pelo advogado José Pereira Guedes, que representa o vereador reeleito Romero Menezes. Até o momento o pedido não foi analisado pelo desembargado responsável pelo caso.

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