Secretaria de Saúde e Ministério Público discutem melhorias na assistência psicossocial e nos processos reguladores

Por Assessoria de Comunicação da SMS

Na manhã de quinta-feira, dia 11, foi realizada na sede da Secretaria da Saúde uma reunião que contou com a presença da titular da pasta, Lamonise Ribeiro, das promotoras de justiça, Dra. Daniela Campos de Abreu Serra e Dra. Angélica Pollyana Queiroz de Medeiros e de representantes da Vigilância em Saúde, Saúde Mental do município e assessoria jurídica da SMS.

Na oportunidade, a coordenadora da Saúde Mental, Alzimara Belo, apresentou um levantamento dos atendimentos feitos pelos CAPS I, CAPS infantil e CAPS-Ad e falou da crescente demanda que segundo ela, aumentou em mais de 40% pós pandemia e da falta de um profissional de psiquiatria para acompanhar os pacientes. “Nos três CAPSs são mais de 600 consultas psiquiátricas mensais, uma média de 100 diariamente. Além disso, são ofertadas aos nossos pacientes oficinas terapêuticas, artesanato, psicoterapia, serviço social, alimentação e medicação”, informou.

De acordo com Lamonise Ribeiro, a reunião também foi no sentido de discutir com o Ministério Publico representado pela Curadora do Patrimônio Público, Dra. Daniela Campos, o melhor meio de contratação de médico psiquiatra. Ainda no encontro, foi esclarecido que não há como fazer um contrato emergencial e que a Secretaria de Saúde realizou o Edital de Convocação, porém nenhum candidato se inscreveu para a vaga. “O intuito da reunião foi mostrar o relatório dos atendimentos da Atenção Psicossocial e buscar condições de melhoria”, afirmou.

Ainda na reunião, a Curadora da Saúde, Dra. Angélica de Medeiros fez algumas cobranças em relação aos processos reguladores de saúde, momento em que titular da pasta, Lamonise Ribeiro, informou que está sendo implantada a Central Municipal de Regulação que irá viabilizar não só a melhor solução de atendimento e resposta aos pacientes residentes no município como para aqueles já referenciados, considerando a pactuação das consultas e exames destinados aos municípios vizinhos.

Conforme explica Lamonise, “a partir do momento em que o Complexo Regulador for criado, o paciente que precisa de uma consulta, será regulado de acordo com a sua necessidade, ou seja, quanto mais urgente o caso, mais rápido ele será atendido. Tudo será feito pelo novo sistema informatizado do município”, concluiu.

Rodrigo Portari

Jornalista, doutor em Comunicação.

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